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#5
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#5 #pet-shop-boys #mark-farrow
Girls playing in ROLU’s outdoor gallery
Photo: Paul Schmelzer

Girls playing in ROLU’s outdoor gallery

Photo: Paul Schmelzer

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#5 #rolu #walker-art-center

Rafael Cardoso sobre a expo ‘From the Margin to the Edge’

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#5 #brasil #brazilian-art #rafael-cardoso
Julio Cortázar, por Sara Facio em 1967

Julio Cortázar, por Sara Facio em 1967

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#5 #julio-cortazar
RIP, Rosemary Furtak. Irreplaceable.

RIP, Rosemary Furtak. Irreplaceable.

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#5 #rosemary-furtak #walker-art-center

Heloísa Buarque de Hollanda

Escritora, crítica literária e pesquisadora

“Você conhece aquela história do poeta com os originais na gaveta? Não existe! Essa gaveta foi bombeada, explodiu. Você escreve, posta e todo mundo já conhece.”

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#5 #heloisa-buarque-de-hollanda #producao-cultural

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#5 #metahaven
Nessa entrevista, cedida a Carlos Alberto Messeder Pereira e Heloísa Buarque de Hollanda, Hélio Oiticica passa em revista toda sua trajetória desde a década de 1950. Fala da relação da arte com o “ativismo político” (o trabalho artístico é uma atuação política sem necessariamente ser um “ativismo político”); de seus trabalhos desde os Metaesquemas, o ingresso no grupo neoconcreto, da “paulatina desintegração da pintura no espaço”; de suas experiências em Londres e Nova York; da produção brasileira nos anos 70 no Exterior; das revistas “Navilouca” e “Pólem”; do jornal “Flor do Mal”; das publicações de cultura e de contracultura; das “patrulhas ideológicas”; da atuação da esquerda na cultura brasileira, do espaço público. 
H.O. manifesta sua irritação com os teóricos universitários; afirma que o Brasil é um país “fascista” e faz alguns prognósticos para a arte dos anos 1980. 
Um adendo à entrevista (datilografado em 14/02/1980) traz um depoimento de HO registrando a “frieza e a indiferença”, os “meios sorrisos” das pessoas em relação às experiências dele desde sua volta de Nova York.

Nessa entrevista, cedida a Carlos Alberto Messeder Pereira e Heloísa Buarque de Hollanda, Hélio Oiticica passa em revista toda sua trajetória desde a década de 1950. Fala da relação da arte com o “ativismo político” (o trabalho artístico é uma atuação política sem necessariamente ser um “ativismo político”); de seus trabalhos desde os Metaesquemas, o ingresso no grupo neoconcreto, da “paulatina desintegração da pintura no espaço”; de suas experiências em Londres e Nova York; da produção brasileira nos anos 70 no Exterior; das revistas “Navilouca” e “Pólem”; do jornal “Flor do Mal”; das publicações de cultura e de contracultura; das “patrulhas ideológicas”; da atuação da esquerda na cultura brasileira, do espaço público. 

H.O. manifesta sua irritação com os teóricos universitários; afirma que o Brasil é um país “fascista” e faz alguns prognósticos para a arte dos anos 1980. 

Um adendo à entrevista (datilografado em 14/02/1980) traz um depoimento de HO registrando a “frieza e a indiferença”, os “meios sorrisos” das pessoas em relação às experiências dele desde sua volta de Nova York.

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#5 #helio-oiticica
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